As II jornadas internacionais de jornalismo tiverem lugar em Março de 2007 na Universidade Fernando Pessoa. Os organizadores do evento foram Ricardo Jorge Pinto e Jorge Pedro Sousa. Vários professores e investigadores de instituições do ensino superior foram convidados a apresentar e a discutir ideias e resultados de pesquisas relacionadas com os estudos Jornalísticos.
Desta forma, muitos termos ou tópicos foram abordados, começando pelo das Comunicações Plenárias, onde o Professor Xosé Gorais fala-nos do “Repensar o Jornalismo na era Digital”. Esta abordagem tem a ver com as crises cíclicas do jornalismo acentuados nos últimos anos pela prática fraudulenta de informadores de alguns dos principais médias de referência e suas consequências e as respostas a dar para combater essa crise.
Abordou-se também o assunto “quem são os jornalistas licenciados em jornalismo” em que o ponto de partida foi um inquérito realizado a jornalistas formados na Área do grande Porto em 2006, estudo esse elaborado pelos Professores Jorge Marinho e Salomé Silva.
Posto este tema, segui-se um conjunto de temas livres. O primeiro tema foi “os primeiros jornais Portugueses” apresentado por um conjunto de professores da Universidade Fernando Pessoa, que se resume numa apresentação e análise contextualizadas das relações de Manuel de Faria, publicações noticiosas do inicio do Sec. XVII. Foi intenção dos autores evidenciar o contributo dessas relações para a génese e desenvolvimento do jornalismo Lusófono.
Dando seguimento a esta apresentação, surge Gabriel Silva com o tema “Manuel Serevim de Faria, o Primeiro jornalista Português” onde fala da vida e obra deste jornalista Nacional.
“A Génese do jornalismo Lusófono” é um tema que aborda ou apresenta-se as relações de Naufrágios que foram editados em Portugal no Sec. XVI e que foram recolhidos na História Trágico Maritima de Bernardo de Brito, discutindo-se o seu contributo para Génese do Jornalismo Lusófono.
Tivemos depois uma apresentação sobre pedagogia Freireana do Professor António de Freitas, que nos fala da sua pesquisa pós-Doutoral, cujo objectivo é resgatar contribuição de Paulo Freire no ensino da comunicação.
Depois surge Lúcia Santos Cruz que nos aborda o tema “Jornalismo e responsabilidade Social Empresarial”, onde fala do ambiente corporativo e das influências no jornalismo dos nossos dias.
Valério Brittos e César Balano Falaram da flexibilidade e reordenação dos processos jornalísticos com o objectivo de fornecer elementos para a sistematização de um modelo teórico e analítico para o estudo do jornalismo online, elemento chave do processo de digitalização geral do Mundo, fruto da mudança estrutural por que passa o Capitalismo, realizando uma abordagem a partir da economia política da comunicação, discutindo a reorganização do mundo jornalístico.
Tivemos também uma perspectiva Africana sobre a formação de jornalistas de um professor da Universidade Jean Piaget de Cabo Verde.
O tema seguinte foi “o jornal laboratório como ferramenta de aprendizagem e prática de estudante de jornalismo” onde Dénis Réné fala dos momentos de transformação do jornalismo e as necessidades de mercado e do jornal que foi base do seu estudo.
O Dr. Rogério Barzi surge depois com o tema “produção da informação nos campos da ciência da comunicação e da informação”, e que nos fala de uma pesquisa onde pretende identificar os parâmetros conceituais da produção de informação nas áreas da ciência da comunicação e da informação.
O tema “erros e omissões em noticias ligadas e temas jurídicos”, apresentado por Tomás Barreiros, fala-nos do direito à informação, do direito inegável que o ser humano tem, que é o elemento fundamental para a construção de uma sociedade livre, dos cuidados que o profissional jornalístico deve ter com o passar da informação ao publico.
Luiz Rey trouxe-nos o tema “jornal impresso e pós-modernidade”, onde pretende resgatar o histórico projecto de Ruth Clark, e mostrar como impulsionou a integração relação-marketing-publicidade.
“A introdução de normas de gestão de qualidade na empresa de comunicação” foi o tema apresentado por Francisco Campos, onde nos fala da introdução no âmbito académico de normas e técnicas de gestão de qualidade aplicadas às empresas e à indústria de comunicação.
Dalmer Pacheco trouxe-nos o tema “Mi(n)to, logo existo”, em que fala da construção do imaginário social popular, as relações entre poder e subalternidade e dógmatismo.
“Um estímulo à interactividade em diário de cidade de Campinos”, tema de Carlos Zanatti, registra uma experiência levada a efeito por um jornal brasileiro, visando potencializar a participação do público em seus processos produtivos.
“A imagem da Galiza e os Galegos nos jornais da América Latina”, foi o tema apresentado por um grupo de professores da Universidade de Compostela, que nos falam do objectivo da sua investigação que é conhecer a imagem que se constrói e se transmite da Galiza e dos Galegos residentes na América Latina.
Mário Pinto fala-nos dos requisitos para o cumprimento do exercício de um jornalista de qualidade com o tema “para estancar os Galimatias e incrementar a intangibilidade”.
“As rádios locais em Portugal” foi o tema que Luís Bonixe nos trouxe, onde traça uma perspectiva Histórica das rádios locais em Portugal no sentido de ajudar a perceber o contexto actualmente vivido e que se caracteriza pela diminuição de oferta de informação local.
Ariane Holzbach falou-nos de “a cerimónia de posse com espaço do consenso político na Democracia representativa”. Trabalho este que pretende fazer uma reflexão em torno da dimensão cerimonial do dia de posse na democracia Brasileira.
Desta forma, muitos termos ou tópicos foram abordados, começando pelo das Comunicações Plenárias, onde o Professor Xosé Gorais fala-nos do “Repensar o Jornalismo na era Digital”. Esta abordagem tem a ver com as crises cíclicas do jornalismo acentuados nos últimos anos pela prática fraudulenta de informadores de alguns dos principais médias de referência e suas consequências e as respostas a dar para combater essa crise.
Abordou-se também o assunto “quem são os jornalistas licenciados em jornalismo” em que o ponto de partida foi um inquérito realizado a jornalistas formados na Área do grande Porto em 2006, estudo esse elaborado pelos Professores Jorge Marinho e Salomé Silva.
Posto este tema, segui-se um conjunto de temas livres. O primeiro tema foi “os primeiros jornais Portugueses” apresentado por um conjunto de professores da Universidade Fernando Pessoa, que se resume numa apresentação e análise contextualizadas das relações de Manuel de Faria, publicações noticiosas do inicio do Sec. XVII. Foi intenção dos autores evidenciar o contributo dessas relações para a génese e desenvolvimento do jornalismo Lusófono.
Dando seguimento a esta apresentação, surge Gabriel Silva com o tema “Manuel Serevim de Faria, o Primeiro jornalista Português” onde fala da vida e obra deste jornalista Nacional.
“A Génese do jornalismo Lusófono” é um tema que aborda ou apresenta-se as relações de Naufrágios que foram editados em Portugal no Sec. XVI e que foram recolhidos na História Trágico Maritima de Bernardo de Brito, discutindo-se o seu contributo para Génese do Jornalismo Lusófono.
Tivemos depois uma apresentação sobre pedagogia Freireana do Professor António de Freitas, que nos fala da sua pesquisa pós-Doutoral, cujo objectivo é resgatar contribuição de Paulo Freire no ensino da comunicação.
Depois surge Lúcia Santos Cruz que nos aborda o tema “Jornalismo e responsabilidade Social Empresarial”, onde fala do ambiente corporativo e das influências no jornalismo dos nossos dias.
Valério Brittos e César Balano Falaram da flexibilidade e reordenação dos processos jornalísticos com o objectivo de fornecer elementos para a sistematização de um modelo teórico e analítico para o estudo do jornalismo online, elemento chave do processo de digitalização geral do Mundo, fruto da mudança estrutural por que passa o Capitalismo, realizando uma abordagem a partir da economia política da comunicação, discutindo a reorganização do mundo jornalístico.
Tivemos também uma perspectiva Africana sobre a formação de jornalistas de um professor da Universidade Jean Piaget de Cabo Verde.
O tema seguinte foi “o jornal laboratório como ferramenta de aprendizagem e prática de estudante de jornalismo” onde Dénis Réné fala dos momentos de transformação do jornalismo e as necessidades de mercado e do jornal que foi base do seu estudo.
O Dr. Rogério Barzi surge depois com o tema “produção da informação nos campos da ciência da comunicação e da informação”, e que nos fala de uma pesquisa onde pretende identificar os parâmetros conceituais da produção de informação nas áreas da ciência da comunicação e da informação.
O tema “erros e omissões em noticias ligadas e temas jurídicos”, apresentado por Tomás Barreiros, fala-nos do direito à informação, do direito inegável que o ser humano tem, que é o elemento fundamental para a construção de uma sociedade livre, dos cuidados que o profissional jornalístico deve ter com o passar da informação ao publico.
Luiz Rey trouxe-nos o tema “jornal impresso e pós-modernidade”, onde pretende resgatar o histórico projecto de Ruth Clark, e mostrar como impulsionou a integração relação-marketing-publicidade.
“A introdução de normas de gestão de qualidade na empresa de comunicação” foi o tema apresentado por Francisco Campos, onde nos fala da introdução no âmbito académico de normas e técnicas de gestão de qualidade aplicadas às empresas e à indústria de comunicação.
Dalmer Pacheco trouxe-nos o tema “Mi(n)to, logo existo”, em que fala da construção do imaginário social popular, as relações entre poder e subalternidade e dógmatismo.
“Um estímulo à interactividade em diário de cidade de Campinos”, tema de Carlos Zanatti, registra uma experiência levada a efeito por um jornal brasileiro, visando potencializar a participação do público em seus processos produtivos.
“A imagem da Galiza e os Galegos nos jornais da América Latina”, foi o tema apresentado por um grupo de professores da Universidade de Compostela, que nos falam do objectivo da sua investigação que é conhecer a imagem que se constrói e se transmite da Galiza e dos Galegos residentes na América Latina.
Mário Pinto fala-nos dos requisitos para o cumprimento do exercício de um jornalista de qualidade com o tema “para estancar os Galimatias e incrementar a intangibilidade”.
“As rádios locais em Portugal” foi o tema que Luís Bonixe nos trouxe, onde traça uma perspectiva Histórica das rádios locais em Portugal no sentido de ajudar a perceber o contexto actualmente vivido e que se caracteriza pela diminuição de oferta de informação local.
Ariane Holzbach falou-nos de “a cerimónia de posse com espaço do consenso político na Democracia representativa”. Trabalho este que pretende fazer uma reflexão em torno da dimensão cerimonial do dia de posse na democracia Brasileira.
Depois tivemos o tema “laboratório de Noticia” de Carlos de Castro, que teve como objectivo investigar os factores que permitiram ao curso de jornalismo do Centro Universitário Positivo, implantar o primeiro jornal académico de circulação diário do Brasil, e analisar a sua contribuição para a formação de alunos.
O tema seguinte foi “estruturas textuais do relato noticioso: um estudo de caso” de Rafael Henriques. Este tema é um exercício inicial de utilização e aplicação dos conceitos e ferramentas desenvolvidos pela análise critica do discurso proposta por Teun Dijk.
Patrícia Amorim com o tema “Ver design através do jornalismo”, mostra que a presença do design nos média vem se tornando cada vez mais frequente e diversificado. Mostra também o poder de acção quotidiano que os média, o disign e o consumo exercem dentro das sociedades capitalistas contemporâneas.
Maíra Ribeiro propôs ensaiar sobre alguns dos questionamentos que muitos jornalistas se colocam ao longo do seu próprio percurso individual, uma busca por respostas sobre identidade, novas tendências e do possível fim do jornalismo com o tema “na busca de uma identidade Profissional”.
“A construção da Europa na imprensa”, tema de Ana Martins, em que procura abordar a pergunta central destas jornadas –“Porquê estudar o jornalismo?” – para o domínio específico da mediatização da Europa. Adoptou como ponto de partida a influência decisiva dos média nas percepções dos indivíduos em relação à União Europeia.
Jesus Seoane apresentou o tema “Periodismo, publicidade, propaganda, relações públicas e outros modos de comunicação ao alcance do sector têxtil-confessionário”, onde pretende ir à descoberta do impacto de todos estes meios de comunicação através do caso do sector têxtil-confessionário.
“ (Re)Conhecer a cidade – o ensino do fotojornalismo através de uma experiência internacional” foi o tema que Maria Ferreira nos trouxe, que teve por objectivo relatar a experiência académica realizada através de um intercâmbio entre a UniCemp e a UFP. O intercâmbio defeniu-se como um projecto do qual resultou um registo fotográfico de duas cidades.
Carme Shanchez remata as II Jornadas de Jornalismo com o tema “Universidade e jornalismo na Galiza”, abordando a única faculdade de jornalismo na Galiza e a busca do perfil do estudante de jornalismo da dita faculdade.
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